os galhos tocam nas paredes talvez sussurrando uma voz distante e a suavidade do toque desejado, desenhando lembranças ainda veladas. As flores se aninham nas frestas esperando que as mãos de dentro acordem e abram a janela ou a alma; que aos poucos se derrube o concreto que a impede de se abrir para que o horizonte seja contemplado..."Viver é abrir uma janela ... E pássaros pássaros sairão dela...( Quintana, Baú de Espantos, 2006, p.16).